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Análise Granulométrica (Peneiramento + Hidrômetro) em Juiz de Fora

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

SAIBA MAIS →

Em Juiz de Fora, o solo residual de gnaisse domina as encostas, mas o que poucos percebem é a variação brutal de finos que ocorre em menos de 50 metros de distância. Um lote plano na região do Bairro São Mateus pode ter comportamento completamente diferente de outro no Bairro Aeroporto. A análise granulométrica por peneiramento e hidrômetro resolve essa incerteza. Quantificamos a curva completa, dos pedregulhos à fração argila, seguindo a ABNT NBR 7181. O relatório que entregamos embasa decisões de drenagem, compactação e escolha de fundação. Como complemento para projetos em áreas com histórico de corte e aterro, utilizamos o ensaio de densidade in situ para verificar a compactação real da camada superficial.

Em solo residual de Juiz de Fora, a fração argila define a estabilidade. Sem hidrômetro, você projeta no escuro.

Como trabalhamos

O clima tropical de altitude de Juiz de Fora, com médias anuais de 1.500 mm de chuva e estação seca pouco definida, acelera a lixiviação dos solos saprolíticos. Isso gera perfis heterogêneos onde a fração fina migra verticalmente. Nossa análise granulométrica conjunta — peneiramento para frações grossas e sedimentação com densímetro para siltes e argilas — captura essa realidade. O laboratório segue rigorosamente a ABNT NBR 6457 para preparação das amostras. Os resultados permitem classificar o solo pelo sistema SUCS e calcular o coeficiente de uniformidade. Não adianta apenas peneirar; em Juiz de Fora, desprezar a curva do hidrômetro é subestimar finos que afetam a permeabilidade e a plasticidade do maciço. Cada relatório sai com a curva granulométrica plotada e a tabela de frações por diâmetro equivalente, prontos para alimentar projetos geotécnicos e de pavimentação.
Análise Granulométrica (Peneiramento + Hidrômetro) em Juiz de Fora
Imagem técnica de referência — Juiz de Fora

Contexto geotécnico local

A diferença de solo entre a Cidade Alta e a região do Vale do Paraibuna é gritante. Na zona norte, os solos maduros argilosos podem reter água e gerar recalques diferenciais se a fração fina não for bem caracterizada. Já nos terrenos de encosta do Bairro Bom Pastor, o solo silto-arenoso parece estável, mas a ausência de finos plásticos o torna erodível sob chuva intensa. O risco de pular a análise granulométrica completa é subdimensionar a drenagem ou errar na seleção do material para aterro compactado. Uma obra no Bairro Cascatinha que ignorou a curva granulométrica enfrentou trincas por expansão de argila em menos de dois anos. O ensaio de peneiramento combinado com hidrômetro elimina a adivinhação. O custo de refazer uma base ou um sistema de drenagem em Juiz de Fora supera em muitas vezes o valor de um laudo granulométrico bem feito.

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Email: info@sondajespt.org

Valores típicos

ParâmetroValor típico
Norma técnica adotadaABNT NBR 7181:2016 (peneiramento + sedimentação)
Preparação da amostraSecagem ao ar, destorroamento e quarteamento (ABNT NBR 6457)
Série de peneiras utilizadas75 mm a 0,075 mm (#200), conforme ABNT NBR 5734
Ensaio de sedimentaçãoDensímetro calibrado, leituras a 20°C, correção por defloculante
Fração fina analisadaSilte e argila (diâmetros equivalentes de 0,05 mm a 0,001 mm)
Coeficientes calculadosCoeficiente de uniformidade (Cu) e curvatura (Cc)
Classificação do soloSistema Unificado (SUCS) e AASHTO para pavimentação
Prazo típico de entrega5 a 7 dias úteis após coleta em Juiz de Fora

Serviços técnicos vinculados

01

Limites de Atterberg

Determinação do limite de liquidez e plasticidade do solo fino de Juiz de Fora. Essencial para correlacionar a fração argila da granulometria com o comportamento plástico do material.

02

Ensaio Triaxial

Determinação da resistência ao cisalhamento em corpos de prova indeformados. Permite avaliar a coesão e o ângulo de atrito do solo classificado na análise granulométrica.

03

Permeabilidade in situ

Ensaio de infiltração para obter o coeficiente de permeabilidade real do maciço. Cruza os dados da curva granulométrica com o comportamento hidráulico de campo.

Normas técnicas vigentes

ABNT NBR 7181:2016 — Solo — Análise granulométrica, ABNT NBR 6457:2016 — Amostras de solo — Preparação para ensaios de compactação e caracterização, ABNT NBR 6502:1995 — Rochas e solos — Terminologia

Perguntas comuns

Qual o valor de uma análise granulométrica completa em Juiz de Fora?

O investimento para o ensaio de peneiramento mais sedimentação com hidrômetro fica em torno de $100.000 por amostra. Esse valor inclui a preparação conforme ABNT NBR 6457, o peneiramento fino e grosso, o ensaio de sedimentação completo e o relatório com a curva granulométrica plotada. Para obras com múltiplos furos de sondagem, aplicamos condições especiais conforme o volume de amostras.

O ensaio de hidrômetro é realmente necessário ou só o peneiramento resolve?

Em Juiz de Fora, o hidrômetro é indispensável. A maioria dos solos residuais da região tem mais de 35% de material passante na peneira #200. Sem a sedimentação, você perde toda a distinção entre silte e argila, que controla a compressibilidade e a drenagem do terreno. Só o peneiramento grosseiro daria uma falsa impressão de solo bem graduado, quando na verdade a fração fina pode ser problemática.

Quanto tempo leva para sair o resultado do ensaio granulométrico?

O prazo padrão é de 5 a 7 dias úteis. A sedimentação exige leituras do densímetro em intervalos de tempo controlados por 24 horas, e o peneiramento fino demanda lavagem e secagem cuidadosas da fração retida. Não adianta acelerar esse processo; a ABNT NBR 7181 define tempos mínimos de sedimentação que respeitamos rigorosamente para garantir a acurácia da curva.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Juiz de Fora e arredores.

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