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Projeto de Pavimento Flexível em Juiz de Fora: Dosagem e Análise de Desempenho

Juntos resolvemos os desafios do amanhã.

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Em Juiz de Fora, a combinação de relevo acidentado da Zona da Mata com chuvas concentradas entre novembro e março desafia qualquer projetista rodoviário. A cidade, que já ultrapassou os 570 mil habitantes, demanda vias que suportem tráfego crescente sem ceder a deformações permanentes. Antes de lançar a capa asfáltica, o ensaio CBR viário fornece o índice de suporte do subleito local — parâmetro que define a espessura das camadas granulares. O projeto de pavimento flexível que elaboramos parte de sondagens e caracterização completa dos materiais, seguindo rigorosamente as diretrizes da ABNT NBR 7207:2023 e do DNIT. Nosso laboratório opera com procedimentos acreditados ISO 17025, garantindo que a dosagem da mistura betuminosa atenda ao volume de tráfego projetado para corredores como a Avenida Rio Branco ou os acessos ao Distrito Industrial.

A dosagem da mistura asfáltica em Juiz de Fora precisa compensar a fadiga térmica causada pela amplitude diária de temperatura na Zona da Mata.

Como trabalhamos

Um trecho de pavimento flexível que executamos na região do Bairro São Pedro exigiu atenção especial ao material fresado incorporado à nova camada. A dosagem da mistura asfáltica foi ajustada pelo método Marshall, variando o teor de ligante para alcançar estabilidade mínima de 500 kgf e fluência entre 2 e 4 mm, conforme a especificação de serviço do DER-MG. Paralelamente, a granulometria dos agregados — brita graduada, pedrisco e pó de pedra — foi controlada para atender à faixa C do DNIT. Nosso projeto de pavimento flexível integra três pilares técnicos: definição do número N de operações do eixo padrão, dimensionamento das camadas pelo método do DNER e especificação dos ligantes conforme a temperatura média de serviço em Juiz de Fora, que oscila entre 14 °C e 29 °C ao longo do ano. Cada etapa gera relatórios de controle tecnológico que respaldam a vida útil projetada para o pavimento.
Projeto de Pavimento Flexível em Juiz de Fora: Dosagem e Análise de Desempenho
Imagem técnica de referência — Juiz de Fora

Contexto geotécnico local

O clima tropical de altitude de Juiz de Fora, com verões chuvosos e invernos secos, acelera o dano por umidade em pavimentos flexíveis mal dosados. A infiltração de água nas camadas granulares não tratadas provoca bombeamento de finos e redução drástica da capacidade de suporte do subleito — falha que observamos em vias antigas do Bairro Grama. Nosso projeto de pavimento flexível incorpora análise de sensibilidade à água pelo ensaio de dano por umidade induzida (Lottman modificado), exigindo relação de resistência retida mínima de 80 %. Além disso, a escolha do ligante asfáltico considera a temperatura de serviço local para evitar exsudação nos dias quentes e trincamento térmico nas madrugadas frias de julho. Sem esse ajuste fino, a vida de fadiga do revestimento cai pela metade, gerando custos de manutenção precoces.

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Valores típicos

ParâmetroValor típico
Método de dosagemMarshall (DNIT 043/2013) ou Superpave nível 1
Índice de Suporte Califórnia (CBR)≥ 12% para subleito (DNIT 172/2016)
Estabilidade Marshall mínima500 kgf (camada de rolamento, tráfego médio)
Teor de vazios na mistura3% a 5% (camada de rolamento)
Número N de projetoCalculado conforme Manual de Pavimentação (DNIT, 2006)
Viscosidade do ligante asfálticoCAP 50/70 ou 30/45 conforme tráfego e clima
Resistência à tração por compressão diametral≥ 0,65 MPa a 25 °C (DNIT 136/2010)

Serviços técnicos vinculados

01

Dosagem da Mistura Asfáltica

Determinação do teor ótimo de ligante asfáltico pelo método Marshall ou Superpave, com execução de ensaios de estabilidade, fluência, densidade aparente, vazios e resistência à tração. Relatório técnico com curva de dosagem e especificação da mistura para usinagem em Juiz de Fora.

02

Dimensionamento Estrutural do Pavimento

Cálculo da espessura das camadas de revestimento, base, sub-base e reforço do subleito com base no CBR de projeto e no número N de operações do eixo padrão. Emprego do método do DNER e verificação de tensões admissíveis no subleito.

03

Controle Tecnológico de Execução

Acompanhamento da obra com ensaios de grau de compactação, CBR in situ, extração de corpo de prova da pista e verificação do teor de ligante. Medições de densidade in loco com densímetro nuclear ou frasco de areia, garantindo a conformidade com o projeto.

Normas técnicas vigentes

ABNT NBR 7207:2023 — Terminologia e classificação de pavimentos flexíveis, DNIT 031/2006 — Pavimentos flexíveis - Concreto asfáltico - Especificação de serviço, DER-MG — Especificações Técnicas para Obras Rodoviárias (caderno de pavimentação)

Perguntas comuns

Qual o custo de um projeto de pavimento flexível para um loteamento em Juiz de Fora?

O investimento para um projeto de pavimento flexível completo — incluindo dosagem, dimensionamento e controle tecnológico — parte de $100.000, variando conforme a extensão da via, o número de camadas a dimensionar e a complexidade do subleito. Para um orçamento preciso, solicitamos a planta baixa e o levantamento topográfico do empreendimento.

Em quanto tempo vocês entregam a dosagem da mistura asfáltica?

A dosagem Marshall completa, incluindo moldagem dos corpos de prova, cura e rompimento, é entregue em até 15 dias úteis após o recebimento dos agregados e do ligante asfáltico que serão utilizados na obra. A etapa de compactação dos CPs e o ensaio de estabilidade são os que demandam maior tempo de execução.

O projeto considera o tráfego de ônibus urbanos e caminhões pesados?

Sim. O dimensionamento estrutural calcula o número N de operações do eixo padrão de 8,2 toneladas, incorporando o volume diário médio de veículos comerciais, ônibus e caminhões. Para corredores com alta frequência de transporte coletivo — como os que cruzam a Avenida Barão do Rio Branco — majoramos o N de projeto para garantir vida útil mínima de 10 anos.

Vocês emitem a ART do projeto de pavimento flexível?

Sim. Todo projeto de pavimento flexível que elaboramos é acompanhado da Anotação de Responsabilidade Técnica junto ao CREA-MG, assinada pelo engenheiro civil responsável. A ART cobre as etapas de dosagem, dimensionamento estrutural e controle tecnológico, conforme exigido pela legislação profissional.

Localização e área de serviço

Atendemos projetos em Juiz de Fora e arredores.

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